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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Um assunto que me faz pensar muito é coisas sobrenaturais... São coisas que alguns dizem não existir e outros dizem existir! Muita gente fala de VAMPIROS, dizem que são seres ferozes e perigosos. Estes sobrevivem alimentando-se de sangue. Noutro dia, fui pesquisar sobre estes seres lendários e encontrei muitas coisas sobre eles... Como por exemplo: '' Seres Vampíricos foram registados em várias culturas''; '' Em 1819 foram encontrados variados corpos de humanos em avançado estado de decomposição. Uma história que me fez despertar a curiosidade foi uma que eu li, esta é a tal história: ''Arnold Paul, nasceu em Medvegia, Império Austro-Húngaro. Na guerra foi atacado por uma vampiro, seguindo-o até ao cemitério, onde o matou. Comeu terra da sepultura como método preventivo, e se em vida funcionou, na morte não teve qualquer efeito. Voltou à sua cidade Natal em 1927, lá instalou-se como agricultor. Algum tempo se passou e ele veio a falecer. Após a sua morte, vários ataques a humanos foram registados. Paul foi visto várias vezes, e pessoas sonhavam com ele. Quarenta (40) dias depois da sua morte, o seu corpo foi desenterrado por cirurgiôes e se encontrou num estado similar (semelhante) à vida. A tez (cor da pele) estava rosada, ao ter o corpo perfumado, o sangue jorrou (saiu com força e em grande quantidade). Seu corpo foi estacado, quando soltou um forte grito. Foi em seguida decapitado (tiraram-lhe a cabeça) e queimado. Outras quatro (4) pessoas tiveram igual fim.''- esta foi a história que me fascinou... 



Outras das coisas relacionadas com vampiros, são a Selenita e a Verbena. Do grego selenítes, -es, relativo à Lua, a selenita é uma pedra branca semipreciosa, apresenta uma das qualidades mais límpidas de transparência encontrada no reino mineral, e é conhecidamente aplicada em meditações ou em sessões de cura para ativar os centros mais         elevados de energia. A Selenita, também conhecida por Pedra da Lua, pode ser encontrada na Austrália, nos Alpes Austríacos, no México, em Madagascar, em Miamar, na Noruega, na Polónia, em Sri Lanka e nos Estados Unidos da América. Foi usada por séculos como jóia por            civilizações antigas. Os Romanos, por exemplo, admiravam a Pedra da Lua por acreditarem que ela era criada a partir de raios sólidos da lua. Assim como os Romanos, os Gregos associavam a selenita com seus Deuses e Deusas da lua. A pedra é cercada por muitas histórias místicas e mágicas em muitas culturas. Na Índia, por exemplo, ela é considerada sagrada, mágica, e conhecida como pedra dos sonhos, capazes de trazer lindas visões durante o sono. Em países árabes mulheres usam selenitas como símbolos da fertilidade.  
                                                            Isto são Selenitas...


Depois há muitas outras histórias sobre vampiros, tirando-se esta:
                    

                                  - Vampiros no âmbito religioso:



Há aqueles que atribuem a Lilith o título de primeira vampira (outros já acham que ela foi a primeira Súcubo). Lilith, para aqueles que não sabem é tida como a primeira mulher de Adão que fugiu do Éden por não aceitar obedecê-lo e considerar-se igual a ele, querendo assim direitos iguais. Quando sai do Éden, Lilith encontra os demônios e copula com eles. Naturalmente, após isso, ela foi considerada demoníaca e dizem que à noite ela atacava os filhos de Adão e Eva, seus descendentes humanos (nós), tomando seu sangue e tirando-lhes a vida. O "livro de Nod" explica que a origem dos vampiros está diretamente ligada ao mito judaico-cristão de Caim e Abel. Diz-se  que Caim, após a morte de Abel, foi amaldiçoado por Deus. A maldição não diretamente de Deus (pelo menos não ela toda) mas sim dos anjos que vieram a Caim exigir que ele pedisse perdão a Deus. Orgulhoso, e certo de suas convicções, Caim preferiu sofrer as punições conferidas pelos anjos à prostar-se perante Ele. O resultado disso foram as maldições que todo vampiro carrega: horror ao fogo, à luz, vida eterna e a solidão que vem com ela. Diferente do que podia se esperar, Caim sobreviveu a tudo isso, graças em parte à Lilith, conhecida como a "primeira mulher" (expulsa do paraíso por não se subjugar aos desígnios de Deus). Ela lhe ensinou aquilo que ficou conhecido como Disciplinas Vampíricas e lhe deu conforto e amor (discute-se ainda se     
Lilith na verdade não apenas apresentou Caim aos seus verdadeiros dons mágicos, ou seja, às esferas de magia). Após isso, Caim se rebelou contra Lilith, por não querer mais obedecê-la, e foi viver sozinho. Conta-se que nesse meio tempo ele teria conhecido outros seres mágicos, tais como Licantropos, Fadas, Demônios, etc, até encontrar seu primeiro amor, Zillah. Nesta época ele encontrou também Crone, pessoa que o colocou sob um Laço de Sangue e ensinou-lhe o Abraço. Caim permaneceu sobre tal Laço por um ano e um dia, até atravessar Crone com uma estaca de madeira (ela foi deixada na esperança de que o Sol a dizimasse). Só então aconteceu a criação da cidade de Enoque, lugar onde foram também criados por Caim, Irad e Enoque. Deles surgiram os Antediluvianos (13 no total) que numa paródia às famílias mortais criaram os Clãs. E assim a cidade permaneceu, até que os vampiros de terceira geração se revoltassem e começassem a caçar os vampiros de segunda geração, matando-os um a um. Nesta mesma época conta-se que Caim se retira definitivamente da sociedade humana-vampírica à espera do fim dos tempos, conhecido como Gehenna.

           - Vampiros no Oriente e Extremo Oriente


Os escritos da antiga Mesopotâmia (as terras entre os vales dos rios Tigre e Eufrates, hoje Iraque) foram descobertos e traduzidos durante o século XIX. Indicavam o desenvolvimento de uma mitologia elaborada e um universo habitado por um legião de divindades de maior ou menor expressão. Desse vasto panteão dedicado aos deuses, o equivalente mais próximo do vampiro na antiga Mesopotâmia foram os sete espíritos malignos descritos num poema citado por R. Campbell Thompson, que começa com a linha, "Sete eles são! Sete eles são!"... 


Espíritos que diminuem o céu e a terra,
Que diminuem a terra
Espíritos que diminuem a terra,
Com força gigantesca,
Com força gigantesca e gigantesco pisar
Demônios (como touros bravos, grandes fantasmas),
Fantasmas que invadem todas as casas,
Demônios que não têm vergonha,
Sete eles são!
Sem nenhum cuidado, pulverizam a terra como milho;
Sem perdão, investem contra a humanidade,
Vertem seu sangue como a chuva,
Devorando sua carne (e) sugando suas veias.
São demônios repletos de violência, devorando sangue sem cessar.


Montague Summers sugeriu que os vampiros tivessem um lugar proeminente na mitologia da Mesopotâmia, além das crenças nos sete espíritos. Mencionou, em particular, o ekimmu, o espírito de uma pessoa não-sepultada. Baseou seu caso no exame da literatura concernente ao Netherworld (Mundo Inferior), a casa dos mortos.


Relatos vampirescos aparecem também na antiga China, onde existiam monstros chamados kiang shinepalês é mostrado segurando uma taça em formato de crânio, cheia de sangue. Algumas dessas pinturas nas paredes são de 3000 a.c. Rakshasas são descritos pelas antigas e sagradas escrituras indianas como "Vedas". Essas escrituras (cerca de 1500 a.c) desenham os rakshasas (ou destruidores) como vampiros. Também existia na Índia antiga um monstro chamado Baital, que, como um morcego, era desprovido de sangue próprio. Outro povo antigo da Ásia, os Malaios, acreditavam num tipo de vampiro chamado "Penanggalen". Essa criatura consistia numa cabeça humana com tripas intestinais que deixavam o corpo e procuravam por sangue alheio, especialmente de bebés. A criatura vivia por beber o sangue das vítimas.
"Múmia" de um Kappa
No Japão temos o Kappa, uma criatura mitológica que vive nos rios, mares, lagos, etc. Inicialmente descritos, amplamente, no século 18. Dizia-se que pareciam uma criança humanóide nada atraente, com pele amarelo- esverdeada, dedos dos pés e das mãos em forma de teia e um tanto parecidos com um macaco, com nariz comprido e olhos arredondados. Tinham uma concha, parecida com a armadura de uma tartaruga, e exalavam um cheiro de peixe. A cabeça era côncava, retendo água. Se a água de sua cabeça derramasse, o kappa perderia toda a sua força. Os Kappas atraíam suas vítimas, especialmente animais, para dentro da água e sugavam seu sangue através do ânus. Todavia, sabe-se que eles deixavam a água para roubar melões e pepinos, estuprar mulheres e atacar as pessoas em busca de seus fígados. 

Além do kappa, os japoneses tinham outra lenda
 interessante: "O Gato Vampiro de Nabeshima". A lenda relatava a história do Príncipe Nabeshima e sua linda concubina, Otoyo. Certa noite, um grande gato vampiro invadiu o quarto de Otoyo e a matou de maneira tradicional. Livrou-se de seu corpo e assumiu sua forma. Como Otoyo, o gato começou a minar a vida do príncipe todas as noites, enquanto os guardas adormeciam estranhamente. Finalmente, um jovem guarda ficou acordado e viu o vampiro na forma da linda jovem. Enquanto o rapaz montava guarda, a moça não pôde aproximar-se do príncipe, o qual se recuperou lentamente. Finalmente, deduziu-se que a moça era um espírito maligno que tinha o príncipe como alvo. O jovem, com vários guardas, entrou no apartamento da moça. Todavia, o vampiro escapou e se transferiu para uma região montanhosa. De lá, foram logo recebidos relatos de suas operações. O príncipe organizou uma grande caçada e o vampiro finalmente foi morto.  

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